quarta-feira, 18 de junho de 2008

Debate....

Foto de Rui Lacerda

Olá amigos, na minha última postagem sobre a Cruz, recebi um comentário muito interessante com uma pergunta, e decidi colocar esta mesma pergunta aqui em debate. Então aqui vai:

"O que é que hoje torna mais cruz a cruz dos Jovens?"

Deixem a vossa opinião, pois é muito importante para mim...
Obrigado por tudo.
Saudações atentas...

12 comentários:

Anónimo disse...

Bem, respondendo directamente, apenas por mim, e considerando-me ainda um jovem, o que torna mais cruz a minha cruz é exactamente o tornar mais cruz a cruz de que me ama...

Fala-se hoje em dia dos problemas dos jovens, dos variados caminhos errados que cada jovem tem a sua escolha e da sua incapacidade de os evitar. Realmente podemos afirmar que vivemos num mundo armadilhado de facilidades. Conseguimos ter tudo sem qualquer impedimento, sem qualquer contrariedade. A facilidade com que hoje se consegue obter um estupefaciente ("droga") ilude jovens, levando-os a uma vida dominada por substâncias que modificam as funções do seu organismo.

É a capacidade de saber dizer "sim" ou "não" nos momentos certos, que nos pode tornar jovens diferentes e correctos numa sociedade cada vez mais centrada no materialismo.

É preciso encarar cada cruz da vida como uma barreira que temos de transpor com o nosso esforço e dedicação, mostrando que somos merecedores de que alguém um dia tenha morrido por nós...

Seja qual for a tua CRUZ...

... "don't give up, you are loved"

Ana Patrícia disse...

Cada cruz tem o seu peso e pesa tanto mais quanto nos diga respeito. Não lhe podemos fugir, grande parte das vezes é ela que vem ter connosco. É assim, sempre foi assim...
"O que é que torna mais cruz a cruz dos jovens?"
Em primeiro lugar, o modo como se leva a cruz. Isto não é vago, faz toda a diferença. Jesus fez todo um percurso com a maior cruz de todas quase sempre calado. Hoje, todos se lamentam, quase ninguém caminha em silêncio. Sim, dót, mas a lamentação excessiva e corriqueira torna-a ainda mais pesada.
Em segundo lugar, a ansiedade faz olhar o dia de amanhã como se o dia de hoje não existisse. A montanha é para subir devagar, se corremos, cansamos mais depressa.
E em terceiro lugar,, como é que se olha para a cruz que nos está reservada? Que significado lhe damos? A cruz faz-nos participar de todo o sofrimento que carrega a humanidade. Estamos de certa forma em comunhão com todos os que sofrem. A cruz aproxima-nos de Jesus Cristo. Se para ela olhamos de forma diferente, pesa muito mais...

Beijinho sereno

Anónimo disse...

ola!
Para responder a tua pergunta recorro a meus pensamentos k por vezes tornam mais pesada a minha cruz.
Cada um de nos carrega uma cruz competenos a nos torna-la mais leve.
Para tornar mais leve a cruz devemos direccionar-nos na direcção de Deus pois so ele nos pode aliviar e ajudar a carregar essa cruz k nos ta destinada.
nao sei se respondi a tua questao,mas pelo menos tentei expressar como todos nos podemos ser aliviados da nossa cruz se direccionarmos o nosso olhar para o PAI.
caricias fraternas!
silvia 1036

Jovem Atento disse...

Quando Deus nos dá a nossa Cruz, Ele entrega-nos uma que cada um de nós pode carregar. Ele ama-nos de tal maneira que nunca nos daria nada que nos prejudicasse, mas quando nos criou, e também como forma de amor, criou-nos livres para escolher-mos o bem ou mal.
Eu como jovem sinto muitas das vezes a minha cruz fica mais pesada quando me desvio do caminho certo. O amor é o que nos ajuda a suportar todos os obstáculos que encontramos no caminho, e a cruz torna-se mais cruz quando deixamos de amar. È essa liberdade que hoje nós não sabemos gerir e faz com que ultrapassamos os limites, fazemos sofrer quem nos ama, esquecemo-nos muitas vezes do verdadeiro sentido de amizade, tentamos ter as coisas com a maior facilidade sem nos preocuparmos com os outros, queremos sempre mais e mais, queremos experimentar coisas novas, queremos poder, prestigio, mas para que isso aconteça temos que parar, pensar e lutar para conseguirmos obter seja o que for com o nosso trabalho e com o nosso esforço e acima de tudo fazer por amor. Jesus conseguiu carregar aquela pesada cruz porque nos amou.
Então para responder a pergunta só me resta dizer que a cruz se torna mais cruz quando nos esquecemos que a nossa liberdade acaba quando interferimos com a liberdade do outro por isso resta-nos parar e não ir na onda do que está politicamente correcto nem em ir atrás do que os outros pensam só porque fica bem, mas sim lutarmos por um mundo melhor, nem que para isso tenhamos que sofrer, pois que sofre ama, e quem ama consegue carregar a sua cruz.

Anónimo disse...

#"O que é que torna mais Cruz a Cruz dos jovens?"...
Começava por referir que ainda jovem me sinto, e consider aqui o início da nossa caminhada.É realmente o momento em que temos a real precepcção do Mundo em que estamos.De um Mundo em que cada vez mais se vê a luta pela sobrevivência..um "Mundo cão"..
Nos fomos criados com tanto AMOR pelos nossos país,mas nao fomos criados para competir,derrubar subir acima dos outros... Cada um de nós tem uma cruz que está certamente ajustada as nossas capacidades..
"..pois ELE sabe melhor que nós o que precisamos"
E é nesta batalha inicial que constrímos os nossos alicerces para a nossa caminhada árdua..
E sem dúvida que com um AMOR incondicional que está bem dentro de nós somos capazes de caminharmos firmente no caminho da Felicidade até à sua meta...
E com o pensamento sempre no SER e não no TER...sem duvida alcançamos um belo avanço na chegada da Vitória...Pois temos a Luz que nos alumia bem naqueles momentos que podemos mesmo dar 2 passos atrás mas logo que vemos a LUZ de novo damos grande salto...AMORES VAMOS SEM MEDOS SEGUIR O NOSSO CAMINHO....e dizermos com segurança EU SOU CAPAZ DE DEIXAR QUE MEU DESTINO ME LEVE AO CAMINHO CERTO PARA ENCONTRAR O VEREDADEIRO AMOR DE DEUS...
jinhoss luminosos Patrícia Breia

Anónimo disse...

" O que torna mais cruz a cruz dos jovens?"
Tantas respostas como tantas as pessoas...
Atento apenas em algumas situações que me soam a mais tocantes:
- Uma juventude alérgica ao sacrifício, que vai pelo facilistismo, pelo que enche os sentidos, pelo "gozar a vida";
- Uma juventude que foge do amanhã e não vive o hoje, ou melhor, desperdiça-o;
- Uma juventude que sabe que a Matemática é a porta para um futuro com esperança e foge dela só porque é difícil;
- uma juventude egocêntrica e algo egoista. "Logo que eu esteja bem e tenha o meu grupo...o resto não me interessa";
- Uma juventude que tende para a má educação. A reveldia é sadia e faz parte do normal crescimento; mas a má educação, a petulância, a arrogância, a ignorância como situação aceite como afirmação face a quem se esforça por aprender, são detestáveis e despersonalizantes;
- Uma juventude que confunde valores com modas. Se as modas passam, os valores permanecem;
- Uma juventude materialista incapaz de contestar sadiamente o materialismo social, que está na crista da onda - que aceita - do capitalismo reinante, abocanhante e despersonalizante;
- Uma juventude que pôs Deus na caixa das velharias e os que acreditam, buscam mais na fé o "consolo de alma" do que o compromisso sério de transformar o mundo pelo fermento do Evangelho;
- Uma juventude-libelinha, saltitando de prazer em prazer em busca de prazeres sempre mais fortes e esvaziantes;
- Uma juventude dependente: do telemóvel, da consola, da net, da moda, da aparência, do cabedal, do sexo... sem profundidade, sem estofo interior;
Uma juventude que não quer distinguir genitalismo de amor;
- Uma juventude alérgica à leitura, ao estudo perseverante, à reflexão, à meditação, ao compromisso...

Todos assim? Deus nos livre. Felizmente há jovens maravilhosos. Muitos. Quis apenas referir algumas cruzes que os jovens impõem a si mesmos.

Um leitor atento deste blog.

Cátia disse...

Cada pessoa tem a sua cruz ,estas por vezes mais duras que outras, mas nao é por causa disso k devemos ir baixo , antes pelo contrario devemos lutar por aquilo que queremos e tentar vencer a nossa cruz mesmo que ela seja dificil de ultrapassar mas nao á nada sem trabalho .
Nos dias que correm é impossivel nao encontrar ninguem que nao tenha uma cruz, porque ela perseguenos em todas as coisas que fazemos e por isso devemos-a carregar porque quando acontece algo na nossa vida nao é por acaso mas sim porque nos quer dizer alguma coisa nem que seja para repensarmos naquilo que estamos a fazer.
Por isso cada um tem a sua cruz á sua maneira tanto faz que ela seja grande ou pequena o que interessa é que é uma cruz que devemos tentar ultrapassar e tentar ficarmos bem connosco proprios principalmente isso.
Nao se se respondi á questao mas aqui fica a minha opiniao ~fica bem

Gui disse...

Paixão. Os jovens carecem muito de sentir tudo... Deus não foge a regra e os melhores sentimentos e emoções que muitos jovens já sentiram e tiveram foram dados por Ele. Eu não olho para a cruz como apenas os males da nossa vida mas como toda a nossa vida... o que faz com que os jovens tenham noção de que realmente a carregam? Acho que é a paixão que têm pelo seu Pai... digo isto apenas pelo que me vai entrando pelos olhos. Não sei se cada vez são mais, se calhar não, mas há jovens que não fogem da cruz mas sim a abraçam apaixonadamente da mesma maneira que Jesus o fez. Não a querem largar porque sabem que dela poderão tirar a união perfeita com o Pai. Senti-Lo... na paz, no amor, no sofrimento... sempre.

Anónimo disse...

olhar para a cruz como simbolo de Amor é a melhor forma de transporta-la!
No entanto, a cruz dos jovens de hoje é mais pesada, e porque?
Porque existe vergonha de olha-la com amor, existe um pudor de aceitar Deus na vida e no coraçao de cada um... Tudo porque têm medo do que o amigo/a ou namorada/o dizem ou pensam, medo de serem excluidos.
Mas sera que essas pessoas que julgam os outros pelo que sentem sao mesmo nossas amigas?
Aprendi que ligar ao que os outros dizem, faz de nos covardes, fantoches sem vontade própria... Por isso digo, quem ama ama sem qualquer condicionante... É assim que Ele quer que nós amemos!
Olhar para a nossa cruz, nao como um fardo de que nos queremos ver livres, mas como a nossa vida, e essa tem que ser levada com Amor, de nós para Deus, para os nossos amigos e para todos os que nos rodeiam!

Ana Alex :*

Anónimo disse...

Excelente questão...contudo, talvez fosse necessário definirem-se os conceitos: Cruz e Jovem.
1.Diariamente somos impelidos a adormecer no marasmo da vida e muitas vezes a transformarmo-nos em verdadeiras "presas de cativeiro" ou em seres ocos e sem sentimentos.
Damos tanta importância ao desnecessário e esquecemo-nos que somos pó nesta imensidão que é a vida; somos um acumular de grão e de cinzas.
O que é que hoje torna mais cruz a cruz dos Jovens?
2.Talvez a falta de "referências". Que valores morais e civis nos deixaram as gerações anteriores? Não seremos "produto ou resultado" dessa falta de valores?
Quantas vezes, por exemplo, nas nossas Eucaristias vemos crianças e jovens entregues a si?Onde está o exemplo?Que tratamento damos aos nossos idosos?sem duvida o mesmo que vemos nos nossos pais.
3.Mas o que é importante salientar é que a Cruz de Cristo e tudo o que dela provém, nos é passada através da experiencia do Ressuscitado.A cruz deve ser fonte de alegria, porque dá sentido ao sofrimento humano.
Jesus disse, aos seus discipulos:«Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me» Mt 16,24
Não é fácil deixar tudo e segui-Lo, principalmente numa sociedade que por vezes, parece esquecer-se de Deus. È necessário e urgente o compromisso de "nos renovarmos no Espirito da nossa mente" (Cf Ef 4,23)para obtermos uma mentalidade nova, quer intelectual quer moral.
4. Bento XVI numa das suas homilias pedia aos jovens para agirem como faróis da Esperança, irradiando a Luz de Cristo no mundo e também nos pedia para descobrirmos a beleza de uma vida doada inteiramente ao Senhor e à Sua Igreja.
Então só podemos levar a nossa cruz até ao calvário se soubermos fixar o olhar em Cristo, porque com Ele e n'Ele descobriremos à luz da fé, a Sabedoria e a força necessárias para a nossa caminhada de forma a podermos deixar um património de uma obra começada a uma nova geração.

Marta

Anónimo disse...

" Sou o único filho de uma família humilde do interior de Minas Gerias(Brasil). Com sacrifício e união de todos, fui aquele que teve possibilidade de estudar, pois minhas irmãs não passaram do ensino secundário.
Minha mãe, uma simples costureira, trabalhava até de madrugada para ajudar o meu pai que era guarda-nocturo.
Imaginem quanto sacrifício fizeram para ter um filho médico!
Quando me formei, jurei que jamais a necessidade bateria à porta da minha família.
Escolhi a genecologia e obstetrícia. Das maiores dificuldades enfrentadas como médico recém-formado, deparei-me com a realidade da minha profissão.
Eu queria mais... queria enriquecer, ter dinehiro, e foi, assim que violei juramento que tinha feito, salvar vidas.
Inúmeras crianças ajudei a vir ao mundo, mas também muitas delas não permiti que nascessem! Montei um consultório que em breve se tornou o mais procurado da região.
Sabeis o que eu fazia? Eu'fazia abortos'!
E, como todos que cometem este crime, dizia a mim mesmo que todas as mulheres teriam o direito da escolha. Era melhor serem ajudadas por um médico, que não corriam riscos, do que procurarem cometer o aborto na clandestinidade, onde o índice de morte e complicações eram alarmantes.
E foi assim, cego e desumano o meu ofício da medicina.
Constituí família, abastado, rico, nada me faltou aos meus entes queridos.
Meus pais morreram com a ilusão de que seu filho era um doutor bem sucedido, um vencedor...
Criei minhas filhas com o dinheiro manchado com o sangue de inocentes. Fui o mais vil dos humanos. Minhas mãos que deveriam ser abençoadas para dar vida, trabalharam para a morte... Eu só parei, quando Deus, em sua infinita sabedoria, rasgou a minha consciência e fez sangrar o meu coração... Fez sangrar com o mesmo sangue de todos os inocentes que eu não deixei nascer.
Letícia, a minha filha mais nova, no auge da vida, deixou de respirar. No seu atestado de óbip, a " causa mortis": infecção generalizada.
Letícia, aos 23anos de idade, engravidou e buscou o mesmo caminho de tantas outras que me procuraram.
O caminho do aborto. Só soube disso, quando nada mais poderia ser feito, ao lado do leito de morte da minha filha, verti as lágrimas de todos os 'anjinhos' que eu matei.
Enquanto ela esperava a morte, eu agonizava junto. Foram seis dias de sofrimento... para que no sétimo dia ela descnasasse e partisse ao encontro do seu filhinho.
Filhinho que um médico assassinou como eu, impediu de nascer... Tempo suficiente para refletir... reflexão que veio apenas no início da manhã em que Letícia morreu. Exausto pelas noites em claro, adormeci ao lado de minha filha e sonhei: no meu sonho, eu andava por um lugar absolutamente escuro, o ar era quente, húmido.
Eu queria respirar e não podia, queria fugir, mas não descortinava a saída.
O calor aumentava... sentia-me queimar vivo. Desesperado, fui para um lugar onde um barulho me deixou ainda mais louco. Eram choros... choros doídos de crianças... e no meu pensamento, como se um raio me cortasse ao meio, veio o entendimento.
Os choros eram de dor... Eram lamentos, lamentos dos 'anjinhos' a quem eu tirei a vida. Era a triste consequência dos meus actos impensados.
Os choros aumentavam, os choros ecoavam... ' Assassino, assassino, assassino!'...
Alucinado para sair daquele lugar, passei a mão no rosto para secar o meu suor as minhas mãos se mancharam de sangue!
Aterrorizado ao fazer aquela constatação, gritei com a força que me restava nos pulmões: ' DEUS, PERDOA-ME!'
Somente assim consegui voltar a respirar normalmente... e num sobressalto acordei a tempo de acolher o último suspiro de vida da minha filha Letícia. Morreu na manhã de 3 de Marco de 1989. A sua vida foi ceifada pela inconsciência de um médico, por uma infecção provocada por um aborto. Eu sei que através daquele sonho, Deus levou-me para um lugar onde os 'anjinhos' ficam quando são barbaramente impedidos de nascer.

Entendi que a partir do momento da fecundação do óvulo existe vida! De onde se conclui que eu sou um assassino... Eu não sei se Deus me vai perdoar.
Mas para amenizar a minha culpa e dor, fechei o meu conultório. Vendi todos os bens que ganhei com a prática do aborto, e com o dinheiro, montei uma casa de amparo as mães solteiras, onde hoje me dedico, gratuitamente, a fazer uma medicina de verdade.
As crianças que vêm ao mundo hoje, através das mihas mãos são filhos que eu adoptei. Eu sei que tenho uma missão: trazer vidas ao mundo e dar condições para que as crianças tenham um lar feliz, onde o pai é Jesus.
Rezem por mim... rezem para que Deus tenha piedade de mim e que me perdoe, porque eu tenho a certeza de que não fugirei do Juízo Final!".

( Testemunho Divulgado no programa de rádio do Pe. Marcelo Rossi em 15.09.2000)

Anónimo disse...

Olá juventude.
Eu, em termos de idade, já nao sou nada jovem, embora me considere como tal pois lido com eles todos os dias da vida por motivos profissionais.
Não demos a cruz uma significação de sacrificio, já bastou aquele que Jesus fez... e fê-lo para que nós a possamos encarar como sinal de libertação e não de submissão e penosidade. A vida também tem dificuldades. Mas será que poderemos apreciar a vida até ao tutano se ela nao for também mesclada dessas dificuldades? o que dá sabor á vida? não é, também,a satisfação de ultrapassar obstáculos?
As solicitações dos jovens, hoje em dia, são mais que muitas. È preciso ser um "quase herói" para resistir a algumas mas, de uma maneira oi de outra, elas sempre existirão. Deitem fora a lamechice e o discurso do coitadinho. Jovens, sêde Jovens.Vede na cruz a libertação, a força e o sinal de esperança para ultrapassar as dificuldades que se nos deparam todos os dias.